Governo Lula esnoba o cofre público: aloca até US$ 3,5 milhões em megagerência americana para blindar Alexandre de Moraes e despejar a conta nos Bolsonaro!
Prepara-se o bolso do contribuinte: Brasília acaba de rasgar o verbo contra Washington ao dar sinal verde para que o gigante Arnold & Porter Kaye Scholer LLP entre em cena como advogado bravateiro do país! Portanto, o contrato pode saltar até US$ 3,5 milhões ao longo de quatro anos — e, imediatamente, os pagamentos saem do erário, mas enfim, o plano é mandar a despesa direto para eventuais responsáveis.
Enquanto isso, a Advocacia-Geral da União bomba de confiança. Em ofício tornado público nesta quarta-feira (25), a AGU soltou o seguinte recado em tom seco:
“pretendemos cobrir agora, mas cobrar depois os valores de eventuais responsáveis pelos danos causados ao Brasil”
. Além disso, a CNN já pinçou o alvo: Jair Bolsonaro e seu filho Eduardo, caso percam no STF pela tal “trama golpista”.
Por outro lado, cuidado com a fatura inflada: o valor de US$ 3,5 milhões é teto dourado — cada serviço tem preço próprio, girando conforme a complexidade. Enquanto isso, o escritório americano estará no ringue, na esfera administrativa e judicial, destrinchando tarifas comerciais, desbloqueando ativos congelados, furando restrições financeiras e desancando negativas de visto.
E quem mais figura sob o guarda-chuva? Ninguém menos que o ministro Alexandre de Moraes, atingido pela Lei Magnitsky dos EUA: cartões de crédito parados e transações travadas. Portanto, agora Lula usa dinheiro público no presente para blindar Moraes, enquanto estoca a munição jurídica para acionar Bolsonaro & filho no futuro.
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