OPOSIÇÃO ATACA NOVA ESPERANÇA NA AVIAÇÃO: DEPUTADO SOSSEGADO
O deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS), como se não bastasse a crise política instalada, protocolou um duro ataque no poderoso Tribunal de Contas da União (TCU) contra o nomeado pelo governo Lula.
A mira foi clara: uma vaga no comando da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), espaço estratégico para a economia e segurança nacional.
Sanderson alvo críticas aos bastidores. O parlamentar argumenta que quem foi indicado traz consigo um historial de escândalos, uma reputação manchada que já desencadeou reações fortes dentro do Legislativo e nos meandros do poder executivo.
Portanto, segundo Ubiratan, a nomeação arranca em pedaços a credibilidade da agência reguladora. Nada menos que um risco tremendo ao controle financeiro e às contas públicas, tudo isso sob a óptica do TCU. O parlamentar exige uma prévia verificação indelevelável da idoneidade do escolhido, antes de qualquer formalização, por medo de consequências danosas para licitações e contratos no setor aéreo, especialmente considerando acordos internacionais e campanhas nacionais.
Enquanto isso, aliados do governo Lula, certamente desconfortáveis com a iniciativa, estão recebendo o assunto com uma espécie de “relutância silenciosa”.
Se um deputado da base governista tem tamanha preocupação com o ar antes da viagem, o que isso dizer sobre o clima político? A representação de Sanderson espelha claramente o nervosismo da oposição ao foco do poder na regulação aérea. É uma tentativa de impor um escudo de proteção, gerando debates intensos sobre os critérios para preencher esses postos técnicos sensíveis em órgãos como a ANAC.
Governo tenta calar alertas. No entanto, aliados do Palácio do Planalto, respirando aliviados, fazem uma leitura diferente, mais cinzenta. Responsáveis pelas licitações e contratos defendem que o TCU, o tribunal supremo nessas questões, fará soberanamente sua análise técnica necessária, completamente isenta de qualquer influência política. São mensagens tranquilizantes. Mas Ubiratan Sanderson persiste no combate preventivo, acreditando firmemente que a atuação antecipada do TCU é vital para salvaguardar a boa governança e, fundamentalmente, para proteger a segurança voadora que nos une e previnir riscos potencialmente milionários à responsabilidade fiscal do Brasil. Uma linha de demarcação bastante tênue, mas com bastidores agitados do dois lados.
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