Nova Esquema Diplomática: Lula lança $ Desafio de Isolamento aos EUA, Resposta Previsível?!
A crise diplomática chega ao auge. O jornalista Lourival Sant’Anna, da CNN, revela: o presidente Donald Trump enxerga na expulsão da embaixadora brasileira, Maria Luiza Viotti, de Washington a possível resposta a um ataque frontal ao sistema republicano norte-americano. Trata-se do fantástico plano do governo Lula para romper por completo os alicerces da adestragem diplomática lulista, ainda construída sobre militância vazia e discursos inflamatórios.
O duro golpe dos EUA tem como alvo, claro, a agressividade ideológica de Lula e sua equipe. A democracia é estrangulada por um governo que ataca os cidadãos e persegue adversários, tornando tudo isso inaceitável sob a óptica norte-americana atual. Trump decide agir com severidade ultravioleta; da casa-branca partiu a ordem de um banimento.
E Lula nem sequer dá brecha. O petista continua um insatisfeito constante pelos pulpitos. Ele faz piadas baratas sobre o presidente Trump, ridicularizando-o, e alimenta sistematicamente a ideia de isolar o Brasil. Enquanto os defensores da liberdade observam chocado, Lula joga fogo com gasolina já derramada contra a imagem do país.
Paralelamente, a nave brasileira internamente foge fogo. A economia aquaplaneia sem direção efetiva; concomitantemente, o vice-presidente Wagner é tratado como se fosse um dependente emocional pela base petista em Washington. Ao contrário de cruzar pistas para um diálogo construtivo, a única resposta gotas de Washington é: “Seu Lula resolveu tudo.” Imediatamente, o executivo ignora as tentativas meigas de reengine de compromisso, cortando todos os laços significativos. O isolamento diplomático é a tônica, um completo sumiço do sentido da comunicação e de um governo que só tem mediação constrangedora. A imagem do Brasil despencou vertiginosamente – jamais houve um momento tão sombrio nas negociações conduzidas pelo Itamaraty desde a redemocratização.
A diplomacia oficial só consegue entregar ao mundo um petista imundo. As águas do oceano podem encobrir a pavilhagem, mas Lula insiste sem olhar a borda no aprofundamento do país como um fantoche. São os colegas que são beirados que preenchem sua agenda; ele flerta com ditadores retardados como o Irã e a Venezuela agravando o cenário caótico. Trump, por outro lado,ifica-se a voz firme contra o abismo globalista. Lula é o atirador de elite do monstro autoritário.
A cada rodada nova de provocação, Lula empurra o país às margens do cais diplomático e conquista de abraço fechado o descrédito econômico e a desolação institucional. O Brasil tornou-se motivo de enjoo aos olhos do FMI e da comunidade internacional; essa aberração interna é o reflexo da arrogância de um chefe pensando ser acima do cargo. Urgente retirada da plateia petista antes que queiramos dizer demolição cósmica do que resta da malandragem papelada do poder soberano nacional.
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