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Em um movimento que promete prolongar o processo contra o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), o ministro Nunes Marques, integrante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), teria declarado a aliados que há disposição para solicitar vista no caso. Segundo informações apuradas por fontes próximas, a ação, se confirmada, atrapalharia a apreciação imediata do processo, adiando o julgamento para fevereiro de 2026.
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Votar_AgoraO caso foi incluído na pauta da Corte Eleitoral pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, para sessão marcada na terça-feira (4/11/2025). Curiosamente, a inclusão ocorreu apenas dois dias depois de uma megaoperação no Rio de Janeiro que deixou mais de 100 criminosos mortos. A proximidade entre os eventos reacendeu debates sobre possíveis interferências políticas no andamento do processo.
Relatado pela ministra do STJ Isabel Gallotti, o processo contra Castro está na pauta prioritária antes de sua saída do TSE em novembro. A relatora, que só deixará o tribunal eleitoral após finalizar casos considerados urgentes, enfrenta pressão política para concluir o julgamento rapidamente.
Em conversas nas últimas horas, Nunes Marques teria dito a colaboradores: “sempre é possível pedir vista em processos envolvendo governadores“. A frase foi interpretada como indício de que ele deve efetivamente solicitar a análise individual do caso, suspendendo a deliberação coletiva por 60 dias.
“O pedido de vista, se concretizado, garantirá que o desfecho do caso contra Castro só ocorrerá em 2026, quando a tensão política deve ter diminuído consideravelmente”, afirma analista político consultado.
Além do governador, o processo também questiona a conduta do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), e do vice-governador Thiago Pampolha. Os três são acusados de abuso de poder político e econômico ao financiar projetos da Fundação Ceperj e da Uerj em 2022.
Apesar das acusações, representantes de Cláudio Castro afirmam que as investigações buscam legitimar a crise institucional instaurada após a recente violência no Rio. Enquanto isso, parlamentares do governo resistem a pressões de oposição para quebrar o impasse.
Com a possibilidade de adiamento, especialistas alertam para riscos de instrumentalização estratégica do processo político. Enquanto o TSE pondera, o Rio aguarda resposta judicial em plena escalada de violência.
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