URGENTE: CPMI do INSS pode prender fraudadores hoje; Mendonça decide destino dos suspeitos

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Esquema mastodôntico no INSS vira caça: relator pede até prisão preventiva!

Quando o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, deputado Alfredo Gaspar, subiu à tribuna nesta segunda-feira (1°), a bomba explodiu. Imediatamente, ele protocolou pedidos de prisão preventiva contra os maiorais do escândalo milionário de aposentadorias fraudulentas. A previsão: os nomes vão a plenário a qualquer momento; caso aprovados, descem ao Supremo, onde André Mendonça decidirá se transforma em mandado de prisão de verdade.

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Portanto, guardem esses rostos: Maurício Camisotti (empresário xerifão), Careca do INSS (Antônio Carlos Camilo Antunes), André Paulo Félix Fidelis (ex-diretor de benefícios), Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho (ex-procurador-geral do INSS), Eric Douglas Martins Fidelis (advogado dentro do esquema) e Ramon Rodrigues Novais (ligado ao grupo Total Health). Além disso, deputados discretos já admitem: a votação no colegiado promete tumulto intenso.

Imediatamente, a investigação pinta um retrato grotesco: descontos clandestinos em aposentadorias e pensões teriam dilapidado US$ 1,2 bilhão (R$ 6,3 bilhões) dos segurados entre 2019 e 2024. Enquanto isso, milhões de beneficiários sequer perceberam a sangria que arrancava parcelas mensais via contratos fantasmas e boletos falsificados.

Por outro lado, para quem acreditava que o caso dormiria na gaveta, o ministro André Mendonça, relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), avisou que liberará todos os documentos e provas já reunidas à CPMI — salvo o material em sigilo estrito. Ou seja, a cadeia liga-se de novo e o relógio do Poder Judiciário volta à tona neste mesmo mês.

“A decisão do STF sobre esses pedidos será o divisor de águas”, adiantou o substituto de Mendonça na fala do gabinete.

Portanto, fique atento: a maior fraude já exposta nos bastidores do INSS pode terminar com algemas na mesma semana e transformar esse capítulo em o primeiro round de um processo que ninguém — entre servidores corruptos e empresários laranjas — quer ver chegando.

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