Moraes emite alerta chocante após tornozeleira eletrônica de ex-presidente ser desativada e exige respostas em 5 dias

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STF Cobra Explicações Sobre Falha na Tornozeleira de Collor: Risco de Prisão Imediata!

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), lançou uma explosiva decisão nesta sexta-feira (17): a defesa do ex-presidente Fernando Collor terá apenas cinco dias para justificar por que a tornozeleira eletrônica do condenado ficou inoperante por 36 horas em maio. O episódio, descoberto por relatórios oficiais, só foi comunicado ao tribunal cinco meses depois, gerando revolta no ministro.

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“O dispositivo ficou sem bateria no dia 2 de maio e permaneceu desligado por mais de 36 horas.”

Enquanto isso, Collor — condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa — tenta escapar da prisão preventiva. Desde maio, ele cumpre pena em regime domiciliar, mas a falha no monitoramento pode fazer o STF endurecer as regras. Moraes, indignado, deu 48 horas para o governo de Alagoas explicar o atraso na notificação do problema.

Além disso, a situação do ex-presidente — que tem diagnóstico de mal de Parkinson e vive sob restrições como apreensão de passaportes e limites de visitas — está cada vez mais frágil. A condenação, já transitada em julgado desde 2023 por fraudes na BR Distribuidora, pesa como uma ameaça. Portanto, qualquer passo em falso pode levá-lo direto para a cadeia.

“A nova irregularidade pode comprometer sua situação, reacendendo discussões sobre a eficácia da fiscalização.”

Diante disso, o caso expõe não só a pressão sobre Collor, mas também as lacunas no sistema de monitoramento de presos em domicílio. Enquanto a defesa se prepara para entregar as explicações, o STF sinaliza que não tolerará falhas. Afinal, com a possibilidade de prisão preventiva, o ex-presidente terá de provar que respeita as regras — ou encarar as celas.

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