Luxo Sem Limites: R$ 63 Milhões em Passagens e Diárias no Governo Lula!

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Gastos Internacionais do Governo Chamam Atenção

Mesmo diante de restrições orçamentárias e metas de responsabilidade fiscal, o governo federal já investiu cerca de R$ 63 milhões em viagens internacionais realizadas por autoridades brasileiras. Os valores envolvem passagens e diárias, com destaque para diversos voos em classe executiva.

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Ministros, secretários e a primeira-dama, Janja da Silva, estão entre os participantes dessas missões oficiais custeadas com dinheiro público.

De acordo com levantamento da imprensa, a viagem mais cara foi a do secretário de Petróleo e Gás Natural, Pietro Mendes, que desembolsou R$ 246 mil para visitas a Abu Dabi e Riad. Apenas as passagens custaram R$ 229 mil. O embaixador Bernard Klingl aparece em segundo lugar, com uma viagem de R$ 206 mil para uma sabatina no Senado.

“Os valores pagos pelas passagens emitidas explicam-se pela quantidade de trechos adquiridos, pela longa duração dos deslocamentos, com necessidade de múltiplas conexões, pela baixa oferta de voos nas localidades de origem e/ou destino e pela proximidade da data da viagem”, justificou o Itamaraty.

A justificativa se baseia em decreto que autoriza o uso de classe executiva em voos acima de sete horas para autoridades de alto escalão e seus representantes.

Outros nomes também aparecem com altos custos. O secretário de Investimentos em Turismo, Carlos Menezes Sobral, foi aos Estados Unidos e à Zâmbia, em missão que somou R$ 142 mil. Já o ministro de Minas e Energia, Alexandre Oliveira, fez duas viagens — para o Oriente Médio e para a China — totalizando R$ 248 mil, sendo R$ 112 mil apenas em passagens.

A secretária do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, representou o Brasil em reuniões do Brics na África do Sul, ao custo de R$ 124 mil. A diplomata Renata Rossi viajou a Roma e Moscou, com gasto de R$ 120 mil, participando de eventos internacionais de grande relevância.

Em missão institucional voltada à inovação em saúde, a secretária Ana Estela Haddad visitou Hong Kong e Xangai para tratar da implantação de um Hospital Inteligente no Brasil, com despesas de R$ 107 mil.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, representou o país na Fitur, em Madri, onde o Brasil foi homenageado. A missão custou R$ 92,6 mil e incluiu a posse de Sabino no Conselho Executivo da ONU Turismo.

A presença da primeira-dama Janja da Silva também gerou discussões. Ela participou de um evento sobre nutrição em Paris, com passagens no valor de R$ 60 mil. Em fevereiro, viajou a Roma com uma comitiva oficial, gerando mais R$ 34 mil em gastos. Oposição questiona o uso de recursos públicos para suas viagens.

Diante das críticas, a Justiça Federal determinou que o Palácio do Planalto preste esclarecimentos em até 20 dias sobre essas despesas. A ação foi movida por um vereador e um advogado, que pedem a suspensão imediata dos pagamentos relacionados às viagens da primeira-dama.

 

Fonte? Revista Oeste

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