MPF LANÇA BOMBA CONTRA POLICIAIS DO RIO EM OPERAÇÃO COM 121 MORTOS!
Imediatamente após a megaoperação que chocou o Brasil com 121 mortos no Rio, o subprocurador-geral Nicolao Dino, irmão do ministro Flávio Dino, partiu para o ataque. Em manobra explosiva, ele instaurou procedimento para investigar policiais por supostas violações de direitos humanos na ADPF das Favelas. A medida, oficializada na quinta-feira (13), promete “controle externo da atividade policial” e diálogo com grupos alinhados ao garantismo progressista.
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Votar_AgoraEnquanto isso, no dia anterior, o Ministério Público do Rio (MPRJ) já havia entregado a Alexandre de Moraes um relatório devastador. O documento apontou que apenas dois casos eram atípicos – um corpo com tiros a curta distância e outro decapitado. Todas as outras vítimas? Ferimentos no tórax e abdômen, compatíveis com confronto armado. Os promotores foram mais longe: confirmaram que todos os mortos eram homens entre 20 e 30 anos, trajados com roupas camufladas, coletes, botas táticas e luvas, além de portarem municições e drogas.
A perícia entregou a peça final do quebra-cabeça: tatuagens ligadas ao Comando Vermelho e ataques contra policiais. Evidências que demolem narrativas de “execução” difundidas por setores do governo federal e ONGs militantes. Apesar disso, Nicolao Dino avança em linha reta contra a maior operação de enfrentamento ao crime organizado do estado. Portanto, a próxima fase exigirá análise de imagens de câmeras corporais e perícias completas nos pontos de confronto.
Cresce a percepção entre especialistas: o MPF comanda mais uma jogada institucional para deslegitimar forças de segurança, enquanto preserva narrativas convenientes ao governo Lula. Enquanto isso, a opinião pública fica no fogo cruzado entre versões que não se convergem.