Escândalo na Secom do STF: Família poderosa de Miriam Leitão liga comunicação ao favorecimento de Moraes

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Escândalo no STF: Estrutura do Tribunal Vira Escudo Pessoal de Moraes

Imediatamente após uma reportagem da Rede Globo, a Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (Secom) soltou uma nota oficial para defender o ministro Alexandre de Moraes. Portanto, a estrutura institucional da Corte foi mobilizada em defesa de uma questão eminentemente pessoal do ministro – uma atitude que a Globo desmentiu violentamente 24 horas depois.

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Além disso, a nota negava categoricamente que Moraes tivesse tido contato com o banqueiro Vorcaro no dia da primeira prisão do empresário. No entanto, o Globo reafirmou que as mensagens foram extraídas do celular de Vorcaro por software pericial da própria Polícia Federal, com nome e número do ministro claramente visíveis no material. Por outro lado, a Secom admitiu que o comunicado foi emitido “por solicitação do gabinete do ministro Alexandre de Moraes”.

Enquanto isso, uma revelação explosiva derruba a narrativa oficial: quem comanda a Secom do STF hoje é Giselly Siqueira – nora da jornalista Miriam Leitão e esposa do repórter Vladimir Netto, da Globo. Dessa forma, a mesma Giselly que o senador Eduardo Tagliaferro apontou no Senado como “filtro estratégico” no TSE durante as eleições de 2022 agora controla a comunicação do tribunal.

“Pedidos de remoção de conteúdos eram enviados por WhatsApp e mensagens diretas ao núcleo de Moraes fora dos trâmites oficiais, e quem centralizava esses pedidos era Giselly”

Todavia, o uso político da Secom não parou por aí. Em 17 de fevereiro, o órgão divulgou os nomes de quatro servidores da Receita Federal investigados por suposto vazamento de dados fiscais de ministros, mantendo em sigilo o motivo da investigação. Consequentemente, a vida pessoal desses funcionários foi devassada pela imprensa.

Ademais, é crucial lembrar que Moraes é o relator do inquérito que gerou a operação e uma das supostas vítimas. Foi ele quem abriu a investigação de ofício contra os servidores, utilizando o mesmo Inquérito das Fake News que conduz há sete anos sem conclusão.

Portanto, a evidência é contundente: a Secom está sendo instrumentalizada como assessoria de imprensa pessoal de Moraes. E Giselly Siqueira, seja por autonomia própria ou por linha de comando informal, opera consistentemente a serviço do mesmo gabinete. A máquina do STF, portanto, funciona como escudo privado de um único ministro.

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