CPMI do INSS: Base Governista Barra Quebra de Sigilos de Aliado de Davi Alcolumbre em Escândalo Explosivo

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Aliados de Lula Blindam Advogado Acusado de Desviar Bilhões do INSS em Votação Tensa da CPMI

Por 17 votos a 13, a base aliada do governo Lula (PT) na CPMI do INSS enterrou, nesta quinta-feira (9), a tentativa de quebrar os sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do advogado Paulo Augusto de Araújo Boudens, figura próxima ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A derrota da oposição impede o acesso a dados que poderiam revelar a fundo as suspeitas de crimes contra o sistema previdenciário, investigados na Operação Sem Desconto da PF.

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

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O requerimento barrado, de número 47/1961-2025, exigia que o COAF liberasse os Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) ligados a Boudens, além de autorizar a quebra de seus sigilos entre maio de 2023 e junho de 2025. Apesar das acusações, a maioria governista alegou “falta de provas concretas” para sustentar a medida, enterrando a proposta em meio a críticas de obstrução.

“Paulo Augusto Boudens teria faturado cerca de R$ 3 milhões da Arpar, empresa apontada pela PF como central na lavagem de dinheiro desviado de aposentos e pensões”,

denunciou a coluna de Cláudio Humberto. Além disso, o advogado, que hoje atua como assessor parlamentar em um Conselho de Estudos Políticos sem presidente formalizado, embolsou R$ 31.279,53 em setembro, segundo registros oficiais.

Enquanto isso, a CPMI do INSS investiga um esquema bilionário de fraudes e deduções ilegais em benefícios previdenciários, com suspeitas de envolvimento de sindicatos, cooperativas e até empresas privadas. O veto à quebra de sigilos é visto como uma vitória tática do Planalto, que busca frear o avanço das investigações sobre o caso.

No mesmo contexto, a oposição acusa o governo de “proteger aliados” e dificultar a apuração de crimes que, segundo a PF, lesaram milhares de aposentados em todo o país. O impasse alimenta o clima de tensão na comissão, que promete virar um novo palco de guerra política entre governo e oposição em 2025.

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