Brasil rejeita condenação de Bolsonaro: pesquisa Quaest revela reação contra interferência internacional

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Explosão digital: 70 milhões de visualizações e 64% gritam #BolsonaroFree enquanto STF julga

Redes sociais viram vulcão. A Quaest capta 700 mil interações em uma tarde, pico de 45 mil por hora, e 70 milhões de olhos grudados no celular. O recado é um só: 64% rejeitam qualquer ideia de cela, apenas 19% batem palmas para condenação e 17% ficam no muro. A tensão estoura às 13h, exatamente quando Alexandre de Moraes relata o processo. Portanto, a hashtag #BolsonaroFree domina trending topics, enquanto “perseguição política” ecoa em coro.

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

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Enquanto isso, a tropa pró-prisão se perde no próprio barulho: fragmenta entre #BolsonaroNaCadeia, “soberania é justiça” e #Bolsonarocondenado. Imediatamente, a base bolsonarista organiza a contra-ofensiva. A senadora Damares Alves dispara post que viraliza:

“Peço a suspensão do julgamento com base nas denúncias do ex-assessor Eduardo Tagliaferro.”

Rapidamente, a mensagem ultrapassa 350 mil visualizações em poucas horas.

Além disso, a Quaest compara o febre de hoje com outros capítulos: na operação da PF de 18 de julho, o radar marcou 70 mil menções/hora; na prisão domiciliar de 4 de agosto, 50 mil; já as sanções da Lei Magnitsky contra Moraes ficaram em 30 mil. Resultado: a defesa de Bolsonaro bate o recorde de 2023.

No banco dos réus, além do ex-presidente, estão Alexandre Ramagem, Almir Garnier Santos, Anderson Torres, Augusto Heleno, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto. A sessão segue com sustentações da PGR e das defesas, mas o povo já decidiu nas timelines: não vai engolir a criminalização de quem representa milhões.

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