STF condena Bolsonaro e aliados explodem nas redes: perseguição ou justiça?

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STF atira Bolsonaro na cela e alçam tropa digital ao ataque: “Isso é guerra!”

Enquanto o Supremo Tribunal Federal estampou maioria para condenar Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, a base bolsonarista explodiu nas redes em uma ofensiva sem precedentes. Portanto, mensagens de protesto, ataques aos ministros e gritos por anistia imediata dominaram timelines em questão de minutos.

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

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Imediatamente, Flávio Bolsonaro disparou:

“A Corte promove suprema perseguição e o veredito já estava escrito antes de o julgamento começar.”

Além disso, Eduardo Bolsonaro subiu o tom e defendeu “anistia ampla, geral e irrestrita”, pois, segundo ele,

“qualquer outra saída seria apenas um privilégio pessoal”.

Enquanto isso, tropas virtuais de deputados engrenaram a máquina de combate. Dr. Frederico (PL-MG) bradou que a condenação constitui

“espetáculo político armado para calar milhões de brasileiros”.

Do mesmo modo, Gustavo Gayer (PL-GO) prometeu dobrar a mobilização digital para blindar o ex-presidente. Por outro lado, Deltan Dallagnol saiu em defesa do voto divergente de Luiz Fux, chamando-o de

“técnico e bem fundamentado”

e provocou:

“Os ministros sentiram tanto que hoje se unem em trio para atacá-lo.”

Pressão subiu também no Congresso. Coronel Luciano Zucco, líder da oposição na Câmara, revelou que entrará com habeas corpus para soltar Bolsonaro e insiste: o voto de Fux, diz ele, abre brecha para questionar o próprio STF. Paralelamente, aliados pressionam o presidente da Câmara, Hugo Motta, a colocar em votação urgente um projeto de anistia que abrangeria não só o ex-presidente, mas também todos os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Contudo, a proposta esbarra em muro de resistência no Senado.

Caso a sentença se confirme, Bolsonaro pode somar até 43 anos de prisão, agravados pelo papel de líder da organização criminosa. Mesmo assim, aliados juram que a artilharia jurídica e a pressão política ainda podem manter vivo o sonho de candidatura em 2026.

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