Reforma Administrativa 2024: Congresso pode extinguir 50 mil cargos, cortar penduricalhos de R$ 50 bilhões e transformar serviço público para sempre

Reforma Administrativa 2024: Congresso pode extinguir 50 mil cargos, cortar penduricalhos de R$ 50 bilhões e transformar serviço público para sempre
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URGENTE: Reforma Administrativa promete fritar privilégios e chocar servidores em votação bombástica ainda neste semestre!

Atenção: o Brasil inteiro já respira o suspense! A Reforma Administrativa desembarcou de vez no centro da política e promete, de forma avassaladora, explodir os privilégios de décadas ainda neste semestre. Por trás de cerca de 70 medidas de choque, o plano de governo quer arrancar a máquina pública da inércia e transformar saúde, educação e segurança em verdadeiras turbo-máquinas de eficiência. Portanto, o clima é de guerra total contra o antigo jeito de se gastar dinheiro público.

O deputado Pedro Paulo, relator da bomba legislativa, avisa, em tom de alerta: “Medidas como o fim das férias de 60 dias, a tabela única e a disciplina sobre verbas indenizatórias são fundamentais no aspecto reputacional da reforma administrativa. Elas dão a mensagem de que o serviço público precisa oferecer mais transparência, eficiência e justiça.”

Então, eis o roteiro de terror (para alguns) e de esperança (para a sociedade):

Aposentadoria compulsória como castigo máximo para juízes e procuradores simplesmente RUIMBA!
Verbas indenizatórias travadas por regras de aço, impedindo qualquer escapadinha acima do teto.
Avaliação de desempenho ditará quem sobe e quem fica para trás, com metas que desafiam até veteranos.
Férias reduzidas para 30 dias, acabando de vez com os sonhos de 60 dias eternos.
Teto salarial único até para BNDES e Caixa, derrubando castelos de supersalários.
Juízes e procuradores poderão ser demitidos via processo administrativo – com defesa, mas sem perdão.
Ascensão em 20 degraus mínimos, acabando com pulos milagrosos na carreira.
Home office restrito a 20% da tropa e um dia por semana, enquanto isso, o resto devolve ao cubículo.
Todo governador obrigado a apresentar plano de metas – zero escapatória de resultados.

A ministra Esther Dweck, da Gestão e Inovação, garante: precisamos de sangue novo em estados e municípios também, onde vivem a maioria dos servidores. Ela aciona o sinal amarelo: estabilidade sobrevive legalmente, mas amarrada a performance. Quanto a incentivos, a ministra deixa a dica: “a proposta de bonificação aos servidores precisa considerar o contexto fiscal e as desigualdades regionais”.

E surgem também as revoluções digitais! O deputado Júlio Lopes, presidente da Frente Parlamentar Brasil Competitivo, disparou: “A eficiência da digitalização. E acho que a gente avançou bastante nisso, acho que a gente colocou ali um dispositivo em que primeiro a gente simplifica muito, adotando a minha proposta e a minha lei que é o CPF como número único do Brasil, substituindo 23 documentos que cada brasileiro tinha que ter para interagir com a sua cidadania por um documento único.”

Mais surpresa: os prontuários médicos digitais integrados já almejam economia MONSTRA: só na saúde, mais de “$ 20 bilhões”; no cenário nacional, salto para “+ $ 60 bilhões”.

Entretanto, Júlio Lopes soou o alarme contra punir todos os salários das estatais com o mesmo teto. Ele enfrenta direto a situação da Caixa Econômica: “Como é que você vai fazer para adequar aqueles salários ao mercado bancário e ao mercado financeiro nacional? Essa é uma das dúvidas que eu tenho.” E ele salta: “nós teremos, sim, que fazer algumas adequações, especificamente para alguns cargos, não para todos.”

Enquanto isso, o presidente da Câmara, Hugo Motta, convoca convulsão nos corredores: “O Brasil precisa de coragem para enfrentar suas verdades. E uma delas é inescapável: o Estado brasileiro não está funcionando na velocidade da sociedade.”

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