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O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, gerou mais um terremoto nas redes sociais ao criticar com dureza o cantor Júnior Lima. O motivo? A oposição do músico ao projeto de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. Durante seu programa na rádio Massa FM, Ratinho disparou:
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Votar_Agora“Lamentavelmente, ele não tem talento como a irmã. Primeiro, tentou ser roqueiro, os roqueiros não o quiseram. Roqueiro não gosta de sertanejo… Ele tem um grupo, que é uma bosta, mas tem. Falou bobagem”
. A declaração acendeu um rastilho de debates, evidenciando como o entretenimento e a política estão cada vez mais colados no Brasil.
Tudo começou com a apresentação de Júnior Lima no festival The Town, onde o artista homenageou o pai, Xororó, e o tio, Chitãozinho, com o clássico “Sinônimos”. No entanto, o momento de nostalgia ganhou um tempero explosivo quando o cantor gritou para a plateia:
“Anistia é o c**!”
. A frase, um recado claro contra a proposta apoiada por bolsonaristas, ecoou nas redes e atraiu uma chuva de reações imediatas.
Do outro lado do ringue, Ratinho não perdeu tempo. Aliado de Jair Bolsonaro, o apresentador posicionou-se como defensor dos sertanejos que apoiaram o ex-presidente:
“A maioria dos sertanejos entrou na campanha política a favor do Bolsonaro. Nós perdemos a eleição, mas vejam como são as coisas. Os sertanejos são criticados”
. O tom de confronto revelou mais do que uma briga pessoal: expôs a guerra cultural que divide artistas e comunicadores em dois brasis.
Enquanto isso, especialistas apontam o caso como parte de uma onda de politização da arte. Palcos viraram trincheiras, discursos artísticos se misturam a manifestações ideológicas, e cada escolha musical ganha peso político. Júnior Lima recebeu apoio de colegas que viram em sua fala uma defesa da democracia, enquanto Ratinho reforçou sua imagem como porta-voz da direita nas ondas do rádio.
O resultado? Um embate que ultrapassou os muros do entretenimento e invadiu lares, redes sociais e até o noticiário. Enquanto Júnior se mantém firme em suas críticas, Ratinho alimenta a polarização, transformando seu programa em um microfone aquecido para a guerra cultural. O que parecia uma discussão sobre música e política virou um símbolo da divisão que ainda sangra no Brasil pós-eleições.
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