Caos nas Economiadas: Promotor é agredido, incêndio e multas abalam evento universitário em São Carlos
Os jogos universitários “Economiadas”, realizados em São Carlos, terminaram em um verdadeiro desastre no último dia 21. Além das agressões contra o promotor do evento, um incêndio provocado por sinalizadores tomou conta do ginásio, gerando punições severas para a organização.
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Votar_AgoraAgressões violentes e internações
O promotor Clovis Roberto de Leão, de 28 anos, sofreu uma agressão brutal após defender sua amiga de ofensas de três estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Segundo uma testemunha e amiga influenciadora do promotor, o conflito começou quando um aluno abordou sua amiga causando empurrões. Após a remoção por seguranças, os agressores esperaram Clovis do lado de fora e o cercaram, agredindo-o violentamente com aproximadamente quatro pessoas.
As consequências foram graves: Clovis foi internado na UTI da Santa Casa de São Carlos após sofrer uma convulsão ao chegar em casa. Mesmo recebendo alta na quinta-feira (23), ele precisou ser readmit no sábado (25) devido a uma infecção. “A organização do Economiadas manifesta profunda solidariedade ao nosso amigo promotor Clovis Roberto de Leão, bem como a seus familiares e amigos, desejando sua plena e rápida recuperação”, declarou a agência Criativa em nota.
Incêndio no ginásio e evacuação
Enquanto isso, na segunda-feira (20), um estudante da Fundação Getulio Vargas (FGV) lançou um sinalizador durante uma partida de basquete. O artefato inflamou outros sinalizadores guardados em uma caixa, cobrindo o ginásio do Santa Felicia com uma densa fumaça. Imediatamente, o local foi evacuado sem registro de feridos, segundo a prefeitura.
Portanto, a prefeitura impôs duas multas de R$ 20 mil cada uma (totalizando R$ 40 mil) para a agência Criativa, responsável pelo evento. Além disso, a organização tem apenas 10 dias para apresentar sua defesa. Por outro lado, a universidade Mackenzie repudiou qualquer ato de violência e afirmou estar apurando o caso internamente.
A agência Criativa também promoveu uma apuração interna e declarou: “Reiteramos nosso repúdio veemente a qualquer forma de violência”. Enquanto isso, a Jovem Pan tentou contato com a Polícia Civil e as instituições envolvidas, mas até o momento não houve retorno oficial. A situação completa o caos que marcou a edição dos jogos, expondo falhas de segurança e a urgência de medidas preventivas em eventos universitários.