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Em um discurso inflamado durante o Seminário de Precatórios do Instituto dos Advogados de São Paulo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez uma denúncia explosiva contra as decisões do governo anterior. Ele classificou o adiamento dos pagamentos de precatórios — dívidas judiciais reconhecidas pela Justiça — como “ilegal, inconstitucional e irracional”, em clara crítica às medidas aprovadas durante a gestão de Jair Bolsonaro.
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Votar_Agora“Repudiamos o calote que foi dado pelo governo anterior e não queremos seguir esse caminho. Prefiro ficar com a pecha de ter gastado demais do que com a pecha de caloteiro”, disparou Haddad, sem citar nominalmente Paulo Guedes, ex-ministro da Economia.
Enquanto isso, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com uma ação no STF contra a nova emenda que altera as regras de pagamento de precatórios. A entidade alerta que as mudanças criam uma “moratória permanente”, prejudicando especialmente idosos, pessoas com deficiência e pensionistas. Além disso, a correção dos valores, que passou da Selic para IPCA + 2% ao ano, pode reduzir o poder de compra dos créditos em até 30%, segundo cálculos da OAB-SP.
“O pagamento de precatórios não é uma planilha contábil, é respeito à autoridade do Judiciário e à dignidade do cidadão que esperou e venceu”, enfatizou Felipe Sarmento, vice-presidente da OAB.
Por outro lado, Haddad reforçou que a União não aderirá à nova emenda, que libera R$ 12,4 bilhões em gastos extras durante 2026, ano eleitoral. O ministro destacou sua gestão como prefeito de São Paulo, onde reduziu o passivo de precatórios herdado: “Só quem tem espírito público toma essas decisões”, afirmou, ao ser homenageado pelo Iasp.
O ministro do TCU, Bruno Dantas, aproveitou para alertar: não pagar precatórios fere diretamente a população. Já Haddad criticou ainda casos de litigância de má-fé envolvendo programas sociais, reforçando a necessidade de equilibrar responsabilidades: “Resolver o problema fiscal qualquer um resolve. O desafio é fazer isso com sustentabilidade”, concluiu, em meio à crise de credibilidade que ameaça o país.
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