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A paralisação governamental mais longa da história dos Estados Unidos caminhava para um fim abrupto nesta quarta-feira (12) na Câmara de Representantes, onde a maioria republicana neutralizou as exigências mais duras dos democratas. Enquanto os republicanos, com sua maioria tênue no Congresso, mantiveram uma disciplina de voto de ferro em ambas as casas legislativas, os democratas desmoronaram internamente: liderança radicalista manteve a intransigência contra o governo, enquanto legisladores pragmáticos abriram fissuras no partido e fecharam acordos sob condições específicas.
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Votar_AgoraApós seis semanas de caos nacional, o Senado decretou o fim do bloqueio na segunda-feira com o apoio crucial de oito democratas e a oposição de apenas um republicano. Contudo, os esforços dos democratas para reviver o debate sobre subsídios de saúde naufragaram completamente. O Senado rejeitou frontalmente qualquer compromisso e prometeu apenas um “debate futuro” sobre auxílios para coberturas médicas – um adiamento estratégico que enfureceu a base progressista.
Imediatamente após, o comitê de Regras da Câmara aprovou por 8×4 a lei de reabertura do governo, sinalizando uma vitória republicana iminente no plenário. “Vamos reabrir nosso país, que jamais deveria ter fechado!”, comemorou o presidente Donald Trump. Seus principais aliados na Câmara, Mike Johnson, e no Senado, John Thune, resistiram implacavelmente a semanas de pressão avassaladora – incluindo o caos aéreo nacional com controladores sem salário por quase dois meses.
Trump assegurou à emissora ESPN que a Câmara está pronta para prorrogar os gastos públicos até janeiro. “Somente aqueles que odeiam nosso país querem vê-lo fechado”, denunciou o chefe da bancada republicana, Tom Emmer, em tom indignado: “É vergonhoso! 40 dias de paralisação sem necessidade!”.
Enquanto isso, os democratas mergulhavam no desespero. O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, e o chefe da bancada na Câmara, Hakeem Jeffries, votaram contra a reabertura. “A assistência médica das pessoas está prestes a se tornar impagável”, alertou Jeffries, referindo-se à crise do “Obamacare”.
A batalha central recai sobre os subsídios da reforma de saúde de Barack Obama, sustentados por créditos fiscais democratas. Ao contrário dos republicanos, que defendem que os auxílios devem se restringir aos mais pobres e não beneficiar imigrantes indocumentados, Joe Biden havia ampliado esses benefícios em 2022. Com o prazo expirando no fim do ano, os valores podem disparar, gerando pânico entre eleitores.
As pesquisas mostraram que a população responsabilizava Trump e os republicanos pela paralisação, mas a unidade republicana permaneceu intacta. Os democratas, por outro lado, sofreram uma hemorragia interna apenas uma semana após eleger um socialista à Prefeitura de Nova York. A veterana Nancy Pelosi anunciou aposentadoria, e Schumer enfrenta questionamentos crescentes – sinal de uma renovação geracional acelerada que fragiliza a liderança histórica.
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