Crise diplomática: EUA ameaçam bloquear vistos de brasileiros na Assembleia da ONU

Crise diplomática: EUA ameaçam bloquear vistos de brasileiros na Assembleia da ONU
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Brasil na mira! EUA ameaçam bloquear vistos e podem vetar delegações na Assembleia da ONU em Nova York

Imediatamente, a chuva de advertências começou: os Estados Unidos estudam restringir vistos de delegações vindas do Brasil, Irã, Sudão e Zimbábue justamente quando o mundo inteiro se reúne para a Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Portanto, diplomatas que já despachavam paletós e papéis agora travam uma corrida contra o tempo para descobrir se conseguirão pisar em solo americano.

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Enquanto isso, a expectativa se transforma em pânico: sem o aval de visto, presidentes, ministros e embaixadores podem ser impedidos de atravessar a fronteira e levar suas vozes ao pódio da ONU. Além disso, qualquer recusa explícita expõe o país a uma enxurrada de críticas internacionais, uma vez que a sede das Nações Unidas fica justamente em território americano.

Por outro lado, Washington mantém o suspense. Autoridades dos EUA limitam-se a confirmar que “podem aplicar restrições”, mas não revelam nomes, datas nem critérios exatos. A estratégia, portanto, habilmente mantém todos os alvos em suspense, sem saber se receberão o carimbo de entrada ou um sonoro “não passarão”.

Assim, o Brasil, que tradicionalmente leva uma comitiva numerosa, se vê refém de uma possível ruptura diplomática imediata. O Irã, já sob sanções pesadas, agora teme mais este golpe. O Sudão, em transição política, e o Zimbábue, sob olhar atento por questões de direitos humanos, também aguardam o veredito com a respiração presa.

Consequentemente, o clima antes mesmo do primeiro discurso já está explosivo: qualquer veto transformaria a Assembleia Geral em um campo de batalha política, com acusações de abuso de poder por parte dos americanos e gritos de “interferência” por parte dos alvos.

Portanto, resta acompanhar o desenrolar deste impasse que promete virar o drama paralelo da Semana da ONU. Quem levara a piora? Os planos de viagem já estão prontos; o destino do visto, ainda, um impenetrável ponto de interrogação.

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