Avatar: Fogo e Cinzas: Novo clã Na’vi inspirado em história real é revelado!

Avatar: Fogo e Cinzas Desvenda Clã de Alienígenas com Inspiração Real em Ritual de Fogo Explosivo!

Na ficção científica, raças extraterrestres costumam surgir como blocos culturais únicos, quase cópias estereotipadas de sociedades humanas. Por outro lado, a saga Avatar quebra esse padrão ao apresentar clãs Na’ví com identidades distintas. Enquanto o primeiro filme destacou os Omatikaya (“Povo da Floresta”) e O Caminho da Água trouxe os Metkayina (“Povo do Mar”), Fogo e Cinzas agora explode com os Mangkwan, o violento “Povo das Cinzas”!

Imagine um clã vivendo nas entranhas de um vulcão devastado, dominado por uma feiticeira impiedosa que controla o fogo! Após perderem sua terra em uma erupção cataclísmica, os Mangkwan viraram traidores de Eywa e se alinharam aos humanos para caçar Jake Sully e sua família. A liderança dessa organização perturba à Varang, interpretada por Oona Chaplin, uma figura sinistra que trocou a espiritualidade pela força bruta.

A reviravolta cultural veio das profundezas da Papua-Nova Guiné! James Cameron confessou ao Hollywood Reporter que a criação dos Mangkwan nasceu de uma experiência visceral. Durante uma expedição submarina na Fossa de Nova Bretanha em 2012, ele testemunhou danças de fogo do povo Baining. “Eles estavam em transe, dançando por sete horas seguidas em fogo real!”, relembrou o diretor à Condé Nast Traveler. A imagem impactante de crianças brincando alegremente entre cinzas – algo que parecia “uma devastação pós-nuclear” – ecoou em sua mente: “Não pensava ‘posso usar isso’, mas essas imagens moldaram meu imaginário”.

E no filme, a cena de horror ganha vida! Os Mangkwan executam danças satânicas entre chamas após sequestrarem os filhos dos Sully. Rituais com elementos de sadomasoquismo e derramamentos de sangue refletem fielmente a prática real dos Baining, onde homens correm sobre brasas ardentes e usam máscaras de animais para invocar espíritos. Essas cerimônias, raramente vistas por estrangeiros, ocorrem em colheitas ou nascimentos e queimam literalmente a pele dos dançarinos.

Porém, essa inspiração reacende uma polêmica global! Desde 2009, os Na’ví são acusados de romantizar indígenas: tribais, pintados, em harmonia com a natureza. A franquia já foi comparada a Dança com Lobos, e os Metkayina (Povo do Mar) incorporaram referências Māori – inclusive com Cliff Curtis, líder real na vida real. “As pessoas historicamente vitimizadas estão sempre certas. Não cabe a mim, de privilégio branco, dizer que estão erradas”, rebate Cameron ao Washington Post. Ele admite: “Não se vai roubar elementos de culturas diferentes. É preciso respeito.”

Enquanto isso, os cinemas queimam! Avatar: Fogo e Cinzas já está em cartaz, trazendo um clã que mistura ficção com realidade explosiva. Será que essa abordagem finalmente acalma as críticas? Só o tempo dirá!

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