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Oscar Maroni, figura icônica e controversa da noite paulistana, faleceu nesta quarta-feira (31/12) aos 74 anos, conforme confirmado pela família em uma nota. A notícia chocou o cenário público, imediatamente reacendendo memórias de sua trajória marcada por batalhas judiciais, explosões de imprensa e declarações que constantemente o colocaram no centro de tempestades. Dono do Bahamas Hotel Club, ele construiu seu império noturno mas, paradoxalmente, sua fama foi forjada mais nas polêmicas do que nos negócios.
O episódio mais emblemático ocorreu em 2007, quando o Bahamas foi palco de uma vasta operação policial em São Paulo (SP). O estabelecimento foi interditado, e Maroni chegou a ser detido sob acusações gravíssimas: exploração de prostíbulo e formação de quadrilha. O caso abalou a cidade e transformou o empresário em sinônimo de escândalo na vida noturna. Anos depois, no entanto, ele foi absolvido pela Justiça e passou a gritar ao mundo que fora “vítima de perseguição”. Portanto, com nova licença e reestruturação radical do clube, ele retomou as atividades, provando sua resiliência.
Enquanto isso, outra bomba explodiu com a construção do Oscar’s Hotel, vizinho ao Aeroporto de Congonhas. Após o trágico acidente do voo TAM em 2007, autoridades municipais questionaram o empreendimento e cassaram seu alvará. Maroni reagiu com veemência, acusando a prefeitura de perseguição política e levando o embate aos tribunais.
“Fui perseguido”
– repetia incansavelmente. Hoje, o hotel segue ativo, um troféu de sua resistência.
Sua exposição alcançou o auge na televisão. Em 2012, Maroni estrelou o reality show A Fazenda, na Record. Ali, ele abraçou seu lado provocador: falou abertamente sobre sexo, dinheiro e poder sem qualquer filtro. Sua performance gerou controvérsia mas amplificou sua fama nacional.
Eu sou o que eu sou, não vou me disfarçar”
– desafiava os telespectadores.
Além disso, nos últimos anos, ele mergulhou nos debates políticos. Disparou declarações incendiárias contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), promoveu ações provocadoras ligadas à prisão do petista e chegou a insinuar uma candidatura a cargos eletivos. Suas palavras sempre ecoavam como tiros no coração dos adversários.
A morte de Oscar Maroni foi comunicada oficialmente na manhã desta quarta-feira (31/12). Sua família emitiu uma nota curta, mas impactante.
“Oscar Maroni nos deixou. Paz à sua alma”
. O rei da noite paulistana partiu, mas seu legado de desafios e polêmicas permanece vivo no imaginário coletivo.
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