Flávio Recusa Terrorismo do PCC e CV no Senado: Decisão que Abalou o Brasil em 2025!

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Senado rejeita, mas EUA agem: PCC e CV viram organização terrorista nos EUA!

No fim do ano passado, enquanto o Senado brasileiro rejeitava uma emenda crucial que classificaria facções criminosas como organizações terroristas, uma reviravola internacional vinha se gestando. O Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) seriam excluídos do status terrorista no Brasil, mas os Estados Unidos iriam além. A despeito da ausência do senador Flávio Bolsonaro no plenário do Senado na votação decisiva, o governo americano anunciou na quinta-feira, 28, que incluirá ambas as facções na sua lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs) a partir da próxima sexta-feira, 5. Uma decisão que marca um divisor de águas na luta global contra o crime organizado!

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

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Imediatamente após o anúncio do Departamento de Estado, Flávio Bolsonaro – que estava em viagem aos EUA – celebrou a medida. Ele mesmo havia levado a pauta para uma reunião com representantes do Departamento na quarta-feira, 27, e comemorou no X: “Grande dia!”. Por outro lado, o governo brasileiro sempre se opôs à classificação por temer que isso pudesse, no limite, permitir operações militares americanas em solo nacional.

Na sessão histórica do Senado, em 10 de dezembro, parlamentares rejeitaram a emenda de Eduardo Girão (Novo-CE) que equiparava facções e milícias ao terrorismo. Ao justificar o voto, o relator Alessandro Vieira (MDB-SE) alertou:

“A nomeação como terroristas abre espaço para sanções internacionais, econômicas e militares. Por mais que a sensação de terror seja consequência natural das ações criminosas, isso não as faz organizações terroristas, porque existe uma doutrina técnica sobre o que são e não são organizações terroristas.”

Vieira reforçou:

“As consequências são graves para o país que tem em seu seio organizações terroristas.”

Enquanto isso, outros senadores favoráveis à medida, como Carlos Portinho (PL-RJ) e Jorge Seif (PL-SC), defenderam publicamente a classificação. Eduardo Girão foi contundente:

“Terrorismo a gente tem que chamar pelo nome. O que está acontecendo no Brasil é terrorismo.”

Portinho complementou:

“Eles [as facções] impõem o terror na sociedade. Querem subjugar, através da violência e do terror, os direitos dos cidadãos.”

Apesar da rejeição da emenda, o PL Antifacção foi aprovado por unanimidade pelo Senado, incluindo o voto de Flávio. O projeto seguiu para a Câmara, foi aprovado em fevereiro e sancionado por Lula em março. Agora, com o reconhecimento americano, o cenário internacional para essas organizações se torna radicalmente diferente. A ausência de Flávio na votação simbólica, por sua vez, permanece como um ponto nevrálgico na análise sobre o posicionamento do governo brasileiro.

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