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Com uma resposta contundente, a Groenlândia rejeitou categoricamente a ideia de se tornar território dos Estados Unidos. Líderes dos cinco partidos do Parlamento da ilha se manifestaram na sexta-feira (9), de forma enfática e sem medo de confronto: “Não queremos ser americanos, não queremos ser dinamarqueses, queremos ser groenlandeses”. A declaração foi um soco na mesa do presidente Donald Trump, que ameaçou novamente usar força militar para anexar o território autônomo dinamarquês, rico em minerais.
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Votar_AgoraPortanto, os groenlandeses deixaram claro que o futuro pertence a eles. “O futuro da Groenlândia deve ser decidido pelos groenlandeses”, enfatizaram, recusando qualquer negociação externa. Enquanto isso, o magnata republicano insiste que o controle da ilha é “crucial” para a segurança dos EUA, culpando o aumento da atividade militar russa e chinesa no Ártico.
A Casa Branca, por outro lado, alimentou a crise ao afirmar sem rodeios que Trump está “ativamente” considerando a compra do território e não descartou a opção militar. Imediatamente, Trump reforçou sua posição na sexta-feira: “Não permitirei que a Rússia ou a China ocupem a Groenlândia”. No entanto, tanto Nuuk quanto Copenhague repudiaram seu argumento, já que nenhum dos países asiáticos reivindica o vasto território.
Além disso, a situação explosiva ameaça destruir a OTAN. Desde 1951, um acordo de defesa entre EUA e Dinamarca permite livre acesso americano ao território groenlandês após notificação. A primeira-minista dinamarquesa, Mette Frederiksen, alertou que uma anexação pela América “acabaria com a Organização do Tratado do Atlântico Norte” e colapsaria a estrutura de segurança pós-Segunda Guerra Mundial.
Por outro lado, a resistência groenlandesa tem respaldo popular. Em janeiro de 2025, pesquisa local mostrou que 85% dos habitantes se opunham à adesão aos EUA, contra apenas 6% favoráveis. Diante do impasse, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, se reunirá na próxima semana com autoridades dinamarquesas e groenlandesas para discutir a crise.
“Não queremos ser americanos, não queremos ser dinamarqueses, queremos ser groenlandeses”
“O futuro da Groenlândia deve ser decidido pelos groenlandeses”
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