Caos na Venezuela: jornalistas presos em massa após queda de Maduro

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CRÍTICA SITUAÇÃO NA VENEZUELA: 14 JORNALISTAS PRESOS EM ONDA DE RECESSÃO ENQUANTO MADURO PERDE O CONTROLE!

Informações bombásticas chegam nesta terça-feira (6) sobre a escalada da repressão na Venezuela, com o Sindicato Nacional de Trabalhadores de Imprensa (SNTP) denunciando a prisão em massa de 14 jornalistas e profissionais de comunicação na última segunda-feira (5).

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

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O cenário de caos se intensifica enquanto isso, pois ao menos dez destes profissionais permanecem sob custódia arbitrária. Portanto, o SNTP exige imediatamente a libertação de todos os detidos, destacando que 11 atuam em veículos internacionais e um em um meio nacional, conforme confirmado por fontes confiáveis.

Além disso, as detenções ocorreram de forma estratégica dentro e nos arredores da Assembleia Nacional, exatamente no dia da posse dos novos parlamentares e da abertura do ano legislativo. Nesse mesmo epicentro do poder político, Delcy Rodriguez assumiu a presidência interina do país, agravando a crise institucional.

A situação se agrava ainda mais quando lembramos que o SNTP já havia exigido anteriormente a soltura de outros 23 jornalistas e o desbloqueio de mais de 60 meios de comunicação permanecem censurados na internet.

“Não há transição democrática possível enquanto persistirem perseguição política, censura e prisões arbitrárias”

afirma categórico o sindicato em sua nota oficial.

Por outro lado, a entidade amplia as exigências, demandando também a libertação de sindicalistas, defensores de direitos humanos e todas as pessoas detidas por motivações políticas.

“A liberdade de expressão, o direito de acesso à informação e o direito ao trabalho não são concessões do poder político, mas direitos humanos fundamentais, previstos na Constituição venezuelana e em tratados internacionais”

reforça o comunicado.

Portanto, este episódio aprofundam as preocupações internacionais sobre o endurecimento autoritário no país, especialmente enquanto o novo governo interino tenta desesperadamente projetar uma imagem de normalidade institucional que não se concretiza na prática. A situação permanece crítica e instável com o avanço indiscriminado da repressão.

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