COP30 em Belém: Caos na Abertura com Falta de Comida e Preços Abusivos
Portanto, o primeiro dia da COP30 em Belém iniciou sob um cenário vergonhoso: falta total de comida na Green Zone. Visitantes que chegaram mais tarde para o almoço se chocaram com quiosques vazios, prateleiras sem opções e preços escandalosos que já haviam gerado revolta na véspera. A organização, tão aplaudida pelo governo, falhou miseravelmente em garantir o básico: alimentação decente para um evento global.
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Votar_AgoraEnquanto isso, a escassez transformou a sorveteria no ponto mais disputado do local. Brasileiros e estrangeiros foram forçados a sobreviver de sorvetes, doces e refrigerantes, até mesmo quando os próprios sorvetes começaram a desaparecer. Em outra barraca, uma simples fatia de bola a R$ 25 causou espanto e até gargalhadas das vendedoras, que tentavam mascarar o caos com humor.
Imediatamente, vários estandes permaneceram fechados, evidenciando que os expositores estavam completamente despreparados para o volume público. Uma participante ouviu de um vendedor a seguinte desculpa:
“não esperavam tanta gente no primeiro dia”
, uma justificativa que envergonhou quem esperava organização digna de uma conferência da ONU.
Além disso, a própria COP30 proibiu alimentos externos na Green Zone, agravando o desabastecimento. Por outro lado, na Blue Zone privilegiada, não houve nenhum problema de oferta, ampliando a sensação de desigualdade e total descontrole. O fiasco viralizou nas redes e levantou dúvidas críticas sobre a capacidade logística do evento, que deveria ser modelo de gestão sustentável.