EXPLOSIVO: Lewandowski denuncia que relatório antifacção tem pontos INCONSTITUCIONAIS

EXPLOSIVO: Lewandowski denuncia que relatório antifacção tem pontos INCONSTITUCIONAIS

Ministro Lewandowski ataca relatório do Marco da Segurança Pública: “Inconstitucional”!

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, protagonizou um embate político ao declarar ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que considera inconstitucional parte do relatório do projeto antifação – base do Marco da Segurança Pública – elaborado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP). A reunião de quase uma hora, realizada na Residência Oficial da Câmara na terça-feira (11), ocorreu em meio à tensão com a iminente votação do texto, que acabou adiada devido às divergências.

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

Vote e deixe seu comentário. Gostaríamos se saber sua opinião.

Votar_Agora

Enquanto isso, Derrite corrigi o relatório sob pressão, mas ainda não há consenso. A principal crítica dos governistas aponta que as alterações do relator restringem drasticamente o poder da Polícia Federal (PF). A própria corporação alertou: operações passariam a depender de autorização dos governos estaduais, comprometendo fatalmente o alcance e os resultados das investigações. Diante disso, Lewandowski enfatizou o artigo 144 da Constituição durante o encontro com Hugo.

“É inconstitucional”, afirmou Lewandowski sobre trechos do relatório de Derrite.

Por outro lado, outro ponto explosivo é que o texto do deputado pode equiparar facções criminosas a terroristas, medida expressamente rejeitada pelo governo. Essa comparação também foi duramente criticada por Lewandowski. Além disso, aliados do presidente Lula (PT) acusam o relatório de ter o potencial de blindar investigações contra parlamentares.

A escolha de Hugo Motta por Derrite, secretário licenciado de Tarcísio de Freitas em São Paulo, irritou o Planalto. A nomeação é vista como um gesto político, já que o governador é um adversário declarado de Lula nas eleições de 2026. O deputado retornou à Câmara especificamente para esta missão.

Apesar de manter boa relação com Lula, petistas avaliam que a manobra transformou o debate sobre segurança pública em uma guerra eleitoral antecipada. Imediatamente, a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) convocou reunião com líderes da base aliada. Seu objetivo: recuperar trechos do projeto original do governo ou adiar a votação do texto modificado.

Compartilhar:
Comentar com Facebook: