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Frankenstein de Guillermo del Toro chega à Netflix nesta sexta (7) e revoluciona a clássica história com uma morte chocante que redefine completamente o sentido da tragédia.
Além disso, o cineasta mexicano, vencedor do Oscar por A Forma da Água, transforma o filme de terror em uma aguda análise psicológica sobre trauma, solidão e obsessão. Portanto, prepare-se para uma releitura inesquecível que questiona quem é o verdadeiro monstro na história.
O longa, estrelado por Oscar Isaac (Victor Frankenstein), Jacob Elordi (a Criatura) e Mia Goth (Elizabeth), já causou impacto no Festival de Veneza antes de sua chegada à plataforma. Enquanto isso, a narrativa começa no Ártico, onde Victor é encontrado por uma expedição dinamarquesa.
A Criatura, por sua vez, exige redenção dele, forçando-o a revelar os eventos que levaram ao desfecho catastrófico. Imediatamente, vemos que o trauma de Victor é o combustível para sua obsessão: criado por um pai arrogante e marcado pela morte da mãe durante o parto de seu irmão William, ele jurou derrotar a morte a qualquer custo.
Por outro lado, após ser expulso do Colégio Real de Cirurgiões, Victor recebe o apoio do comerciante de armas Henrich Harlander. Consequentemente, ele conhece Elizabeth, sobrinha de Harlander e noiva de William, tornando-se sua única conexão com a humanidade.
Aqui vem o ponto crucial: o filme reinterpreta a morte de Elizabeth de forma devastadora. No livro original, ela é assassinada pela Criatura na noite de núpcias como vingança. No entanto, no longa de del Toro, o monstro busca apenas companheirismo. Elizabeth tenta impedir a tragédia, colocando-se entre os dois homens.
Essa cena, embora menos violenta que no texto, é infinitamente mais dolorosa.
“Sua morte revela o horror absoluto: o verdadeiro vilão não é a criação, mas o homem que não consegue lidar com sua própria dor e culpa.”
A consequência é dramática: Elizabeth deixa de ser uma vítima passiva e se torna o último bastião de empatia entre criador e criação. Victor se manifesta como o arquitete da tragédia, enquanto a Criatura surge como um espelho da devastação emocional de seu criador.
Com fotografia sombria e design de produção impecável, del Toro transforma o mito em um alerta sobre os limites da ciência e o preço da obsessão. No fim, o horror mais profundo não vem da criatura, mas do homem que a concebeu.
Frankenstein está disponível na plataforma.
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