GLEISI HOFFMANN EM FÚRIA: Indicação de Derrite vira tormenta no PL da Fake News.

GLEISI HOFFMANN EM FÚRIA: Indicação de Derrite vira tormenta no PL da Fake News.

Ministro Gleisi Hoffmann acorda governo de usar projeto antiterrorismo para fins eleitorais

A ministra da articulação política, Gleisi Hoffmann, soltou um ataque direto contra a indicação do deputado Guilherme Derrite como relator do projeto que equipara facções criminosas a organizações terroristas. Segundo ela, a decisão é uma manobra política descarada que “contamina o debate com os objetivos eleitorais do seu campo político”. Portanto, o governo estaria usando uma pauta séria como peça em seu jogo de poder.

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

Vote e deixe seu comentário. Gostaríamos se saber sua opinião.

Votar_Agora

Além disso, Hoffmann não poupou críticas. Ela acusou explicitamente que a escolha de Derrite, ligado ao governo de São Paulo e ao partido do governador Tarcísio de Freitas, tem zero a ver com segurança pública e tudo a ver com manobras eleitoreiras. Enquanto isso, a sociedade observa um tema vital sendo tratado como moeda de troca política.

“Quando a escolha do relator deixa de visar a qualificação da lei e passa a visar cálculos eleitorais, todo o debate perde”

A ministra argumentou que entregar a um adversário político a relatoria de um projeto prioritário para o governo federal gera uma percepção caótica. Isso fragiliza o combate ao crime, pois cria a impressão de que o texto será usado como arma eleitoral ou para beneficiar segmentos contrários ao Executivo. Imediatamente, a legitimidade da proposta desaba.

Por outro lado, Hoffmann reforçou que o desalinhamento entre o discurso de rigor em segurança e as práticas políticas é alarmante. O sinal de que o debate está “contaminado” por interesses eleitorais, segundo ela, é um alerta crítico. O Estado estaria priorizando estratégias de poder em vez de focar na proteção da sociedade.

Em síntese, a declaração da ministra pinta um cenário sombrio: a política operacional contra o crime está sendo relegada a segundo plano diante de manobras partidárias. Para quem defende que o Estado deve priorizar ordem e segurança, o vazamento de interesses eleitorais no projeto antiterrorismo é um tiro no pé da governabilidade.

Compartilhar:
Comentar com Facebook: