Ex-ministra de Bolsonaro vira peça-chave secreta da oposição: estratégia oculta promete abalar cenário político em 2025

Ex-ministra de Bolsonaro vira peça-chave secreta da oposição: estratégia oculta promete abalar cenário político em 2025

Tereza Cristina mira Presidência em 2026 ou Senado: a estratégia em alta no PL para suceder Bolsonaro

A senadora Tereza Cristina (PP), que quase enfrentou Lula como vice de Bolsonaro em 2022, agora surge como peça-chave no tabuleiro eleitoral de 2026. Com o ex-presidente inelegível, aliados do PL defendem um plano ousado: colocá-la como candidata à Vice-Presidência ao lado do governador paulista Tarcísio de Freitas. O movimento, porém, depende de uma migração partidária do republicano para o PL – e, segundo articuladores, seria a “chapa dos sonhos” do próprio Tarcísio.

EM 2026 EM QUEM VOCÊ VOTARIA? FLÁVIO BOLSONARO OU LUIZ IGNÁCIO LULA

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“A aliança com Tereza Cristina seria a chapa dos sonhos do governador de São Paulo”, espalham internamente.

Enquanto isso, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece como concorrente direta ao posto de vice, numa tentativa de manter a família no páreo. Além disso, o senador Ciro Nogueira, líder do PP, já deixou claro que almeja o cargo em uma chapa oposicionista.

Mas a senadora tem um Plano B de alto impacto: disputar a Presidência do Senado em 2027. Após uma tentativa frustrada em 2025, quando desistiu diante das articulações de Davi Alcolumbre, Tereza Cristina agora mira aproveitar o desgaste político do colega, que enfrentou críticas por resistir a propostas como a anistia a condenados pelo 8 de janeiro.

A direita projeta conquistar maioria no Senado até 2027, abrindo caminho para seu nome. Porém, o cenário ainda inclui o senador Rogério Marinho, que preferiria concorrer ao governo do Rio Grande do Norte.

Apesar do perfil moderado, Tereza Cristina não abre mão das bandeiras bolsonaristas: defende a anistia aos envolvidos nos atos golpistas, ações contra ministros do STF por supostas irregularidades e protege o agronegócio. Tudo isso enquanto mantém duas cartas na manga: a Vice-Presidência ou o comando do Congresso – e um lugar central na política pós-Bolsonaro.

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