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Os números da economia americana impressionam. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,7% no segundo trimestre, superando de forma surpreendente todas as previsões. Enquanto o primeiro trimestre foi marcado por uma contração de 0,5%, o segundo trimestre apresentou um crescimento acelerado. Imediatamente, muitos especialistas questionam a representatividade desses dados, especialmente porque a recuperação pareceu ser fortemente alimentada pelas importações. Isso pode gerar uma visão distorcida da real saúde econômica do país, pois não reflete plenamente o consumo interno.
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Votar_AgoraEnquanto observamos essa recuperação, outro importante indicador mostra claramente a força do mercado americano: a criação de 104 mil vagas de trabalho no setor privado em julho, ultrapassando completamente as expectativas. Não para por aí. Esse avanço surge no calor de uma revisão anterior, após a qual a economia foi corrigida: haviam sido apontados uma perda de 23 mil postos no mês de junho. Portanto, outra transição crucial acontece no final do mês: o d’eficit comercial de mercadorias cai abruptamente para o mais baixo valor em quase dois anos. Leva a uma consequente revisão das projeções de crescimento, elevando a estimativa final anual do PIB de 3,3% (já fortemente projeto pela própria força do segundo trimestre forte).
Mas como explicar então esse quadro complexo? Uma possibilidade, que tem gerado debates, é que boa parte do crescimento tenha sido impulsionada externamente. A crise reincidente da segunda crise mais intensa na economia dos EUA em relação ao desemprego atual alcançou um pico significativo, mesmo após o anúncio de novos contratos de trabalho. Enquanto isso, o Federal Reserve mantém fielmente sua postura: decide manter a taxa de juros de referência entre 4,25% e 4,5%. *Esta determinação mantém a linha rigorosa da política monetária*. Decisão que ocorre mesmo imediatamente diante da pressão exercida pelo candidato presidencial Donald Trump, que tem defendido persistente e publicamente uma redução das taxas de juros. Claramente: o planeta econômico lida com duas forças políticas e econômicas conflitantes.
Além disso, notícias de outros cantos mundiais valem a pena. Embora a reforma fiscal não tenha avanços claros, a ameaça de um *”Tarifaço no Brasil”* paira sobre as importações, especialmente da Índia, onde produtos pagam até 25% de tarifas. Segue-se uma explicação: essas tarifas são tratadas com seriedade pelo governo brasileiro, mas a seriedade não pode ser confundida com subserviência. Esses volumes bilionários de dólares vazados, no entanto, criam turbulência na esfera financeira.
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